Apresentação
A sociedade mudou e a forma de se fazer turismo também se modificou, não basta mais viajar, torna-se necessário ter experiências únicas para serem lembradas para o resto de nossas vidas e os turistas desejam e esperam que essas lembranças sejam boas e superem suas expectativas. Hoje os turistas possuem um amplo leque de informações a seu dispor a respeito dos locais que pretendem visitar e por essa razão se tornaram mais exigentes. O turismo é composto por uma soma de produtos e serviços como transporte, alimentação,hospedagem, entretenimento, lazer, compras e outros. Para que o turista tenha plena satisfação em sua viagem é necessário que todas essas “engrenagens” do turismo funcionem de maneira harmoniosa e que acima de tudo ofereçam dicas e serviços únicos. Desse modo, este curso tem o objetivo de capacitar e habilitar pessoas para o desenvolvimento e implantação do processo de planejamento e elaboração de roteiros turísticos.
Conteúdo Programático
• O que é o turismo?
• Classificação do turismo;
• Tipos de turistas;
• Tipos de turismo;
• Roteiros turísticos;
• Elementos básicos de um roteiro turístico
• Tipos de roteiros turísticos;
• Exemplos de pacotes turísticos
• Contratos de viagem;
• Posição do destino em um roteiro;
• Tipos e classificações de atrativos turísticos;
• Tipos de serviços turísticos
• Perfis dos grupos de turistas;
• Preparação Técnica do Roteiro
o Selecionar as informações
o Analisar os elementos e a estrutura do roteiro
o O programa de viagem
check list
analisar o perfil do grupo
preparar o esquema operativo
preparar o programa de visitas e excursões
preparar as explicações para a viagem
organizar a agenda
organizar o material da agência
• Atendendo ao programa e cronograma
• Atividades opcionais
• Alterações e cancelamento do programa
• Plano de contingência
• Solução de problemas
• Antecipação dos problemas
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 16 horas
Investimento: à combinar
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
quarta-feira, 14 de abril de 2010
CURSO DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO DA OFERTA TURÍSTICA MUNICIPAL
CURSO DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO DA OFERTA TURÍSTICA MUNICIPAL
Apresentação:
Sabemos que muitos municípios possuem um grande potencial turistico, mas que ainda não fizeram deste um verdadeiro produto turistico. Para que possamos divulgar e até mesmo vender o nosso produto turistico é necessário conhecer esse produto. Nesse sentido o Inventário da Oferta Turistica se reveste de suma importância uma vez que possibilitará o conhecimento da realidade e do potencial local, servindo também como uma base técnica e material para consulta, divulgação e conscientização de investidores, turistas e da própria comunidade. O Inventário deve ser atualizado constantemente para que subsidie o planejamento turístico do município em todas as suas fases. É também através dele que se podem medir os avanços e retrocessos no desenvolvimento turístico municipal, através de informações como fechamento ou criação de hotéis, restaurantes, criação de infra-estrutura e outros.
Quanto mais abrangente sua elaboração, mais diversificada e provavelmente mais atraente a imagem do município, que pode ser transportada do inventário para a elaboração de uma estratégia de marketing;
Público Alvo:
Funcionários públicos ligados ao setor do turismo; empresários do setor; alunos de cursos técnicos e superiores de turismo e áreas afins.
Conteúdo Programático:
• O que é turismo?
• Sistema turístico:
• Conceitos e definições de oferta turística;
• Definindo inventário da oferta turística turístico;
• Importância do Inventário da Oferta Turística;
• Orientações técnicas e governamentais para a realização do inventário da oferta turística;
• Principais produtos e usuários do Inventário Turístico;
• Elaboração do inventário da oferta turística:
Identificação do município;
Atrativos turísticos;
Serviços e Equipamentos Turísticos;
Infra-estrutura de apoio ao turismo;
• Organização da equipe de trabalho;
• Técnicas de pesquisa;
• Organização e apresentação dos dados;
• A utilização do inventário turístico na elaboração de materiais promocionais;
• O Inventário Turístico como ferramenta para o Planejamento Turístico Municipal;
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 16 horas
Investimento: à combinar
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
Apresentação:
Sabemos que muitos municípios possuem um grande potencial turistico, mas que ainda não fizeram deste um verdadeiro produto turistico. Para que possamos divulgar e até mesmo vender o nosso produto turistico é necessário conhecer esse produto. Nesse sentido o Inventário da Oferta Turistica se reveste de suma importância uma vez que possibilitará o conhecimento da realidade e do potencial local, servindo também como uma base técnica e material para consulta, divulgação e conscientização de investidores, turistas e da própria comunidade. O Inventário deve ser atualizado constantemente para que subsidie o planejamento turístico do município em todas as suas fases. É também através dele que se podem medir os avanços e retrocessos no desenvolvimento turístico municipal, através de informações como fechamento ou criação de hotéis, restaurantes, criação de infra-estrutura e outros.
Quanto mais abrangente sua elaboração, mais diversificada e provavelmente mais atraente a imagem do município, que pode ser transportada do inventário para a elaboração de uma estratégia de marketing;
Público Alvo:
Funcionários públicos ligados ao setor do turismo; empresários do setor; alunos de cursos técnicos e superiores de turismo e áreas afins.
Conteúdo Programático:
• O que é turismo?
• Sistema turístico:
• Conceitos e definições de oferta turística;
• Definindo inventário da oferta turística turístico;
• Importância do Inventário da Oferta Turística;
• Orientações técnicas e governamentais para a realização do inventário da oferta turística;
• Principais produtos e usuários do Inventário Turístico;
• Elaboração do inventário da oferta turística:
Identificação do município;
Atrativos turísticos;
Serviços e Equipamentos Turísticos;
Infra-estrutura de apoio ao turismo;
• Organização da equipe de trabalho;
• Técnicas de pesquisa;
• Organização e apresentação dos dados;
• A utilização do inventário turístico na elaboração de materiais promocionais;
• O Inventário Turístico como ferramenta para o Planejamento Turístico Municipal;
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 16 horas
Investimento: à combinar
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
CURSO DE INFORMAÇÕES TURISTICAS
Apresentação:
Dentre as grandes tendências do turismo mundial descritas pela Organização Mundial de Turismo (OMT, 2001), estão a crescente globalização da atividade; melhoria dos níveis de educação e do acesso a fontes de informação; crescente exigência por parte do turista e importância crescente da inovação e das novas tecnologias da informação.
No turismo a informação está presente antes da viagem, quando o turista decide pelos atrativos que deseja visitar, o preço que vai pagar e o tempo necessário para realizar sua viagem. Durante sua estadia ele necessita de informações para se locomover, informações sobre os atrativos turísticos visitados e informações a respeito de locais para alimentação, lazer, compras e outros. A diferença entre uma experiência positiva ou negativa muitas vezes reside na qualidade e idoneidade da informação prestada ao turista. Informações falsas ou erradas podem prejudicar de maneira significativa a experiência vivida pelo turista. Como diria um dos maiores pensadores do turismo no Brasil só teremos um turismo de qualidade quando as informações disponíveis ao turista também sejam de qualidade.
Pensando nessa problemática este curso visa formar profissionais capacitados em buscar, organizar, interpretar e difundir informações turísticas e possibilitando aos usuários tomarem decisões com uma maior possibilidade de acerto.
Conteúdo programático
Conceitos de turismo;
Motivações turísticas;
Expressão oral;
Principais fontes de informação;
Organização e apresentação de informações;
História e geografia do município;
Curiosidades e fatos relevantes;
Atrativos turísticos locais e suas características;
Equipamentos e serviços turísticos;
Infra-estrutura de apoio ao turismo;
Material de divulgação;
Perfil dos usuários de informação turística;
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 16 horas
Investimento: à combinar
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
Dentre as grandes tendências do turismo mundial descritas pela Organização Mundial de Turismo (OMT, 2001), estão a crescente globalização da atividade; melhoria dos níveis de educação e do acesso a fontes de informação; crescente exigência por parte do turista e importância crescente da inovação e das novas tecnologias da informação.
No turismo a informação está presente antes da viagem, quando o turista decide pelos atrativos que deseja visitar, o preço que vai pagar e o tempo necessário para realizar sua viagem. Durante sua estadia ele necessita de informações para se locomover, informações sobre os atrativos turísticos visitados e informações a respeito de locais para alimentação, lazer, compras e outros. A diferença entre uma experiência positiva ou negativa muitas vezes reside na qualidade e idoneidade da informação prestada ao turista. Informações falsas ou erradas podem prejudicar de maneira significativa a experiência vivida pelo turista. Como diria um dos maiores pensadores do turismo no Brasil só teremos um turismo de qualidade quando as informações disponíveis ao turista também sejam de qualidade.
Pensando nessa problemática este curso visa formar profissionais capacitados em buscar, organizar, interpretar e difundir informações turísticas e possibilitando aos usuários tomarem decisões com uma maior possibilidade de acerto.
Conteúdo programático
Conceitos de turismo;
Motivações turísticas;
Expressão oral;
Principais fontes de informação;
Organização e apresentação de informações;
História e geografia do município;
Curiosidades e fatos relevantes;
Atrativos turísticos locais e suas características;
Equipamentos e serviços turísticos;
Infra-estrutura de apoio ao turismo;
Material de divulgação;
Perfil dos usuários de informação turística;
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 16 horas
Investimento: à combinar
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
CURSO DE PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS
Apresentação:
Os eventos ganham cada vez mais espaço em nossa sociedade. Empresas e até mesmo Estados e municípios buscam se tornar referencia na área. Os eventos ao contrário do que muitos pensam não servem apenas para fazer “festa” mas também como instrumento de marketing de empresas e municípios, realizar negócios, tomar decisões, celebrar, homenagear e outros.
Hoje, muitos eventos não alcançam os resultados esperados e o resultado desses fracassos são o desperdício de recursos e a insatisfação e frustração de expectativas tanto das pessoas que promovem como as que participam desses eventos.
Para que os eventos atinjam os objetivos esperados torna-se necessário realizar um planejamento adequado a cada tipo de evento. Existem normas e protocolos e convenções que não podem ser ignoradas na elaboração de um evento.
O mercado de eventos encontra-se em franca ascensão na atualidade e necessita de profissionais capacitados.
Público Alvo:
Empresários;
Dirigentes de instituições públicas e privadas;
Estudantes;
Conteúdo Programático
O que são eventos;
Tipos de eventos;
Perfil dos profissionais que atuam em eventos;
Organização e planejamento do evento
Normas de etiqueta;
Locais para realização de eventos;
Equipamentos necessários para a realização de um evento.
Eventos Públicos e Empresariais
Cerimonial, protocolo e etiqueta.
Roteiro de cerimônias.
Símbolos nacionais.
Distribuição de bandeiras.
Ordem de precedência.
Tipos de mesa e composição.
Tipos de atos e solenidades.
Homenagens e condecorações.
Formas de tratamento.
Recepção das autoridades e convidados.
Eventos Sociais
• Eventos sociais: formaturas, casamentos, "debut", bodas,batizados.
• Tipos de serviços e recepções
• Planejamento do evento: criação e utilização de "check-list".;
• Organização do evento: lista de convidados, convites, local, cardápio, repertório musical, cerimonial.
Monitoramento e avaliação do evento.
Vagas: limitadas
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 24 horas
Investimento: à combinar
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Lecionou a mais de 6 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
Os eventos ganham cada vez mais espaço em nossa sociedade. Empresas e até mesmo Estados e municípios buscam se tornar referencia na área. Os eventos ao contrário do que muitos pensam não servem apenas para fazer “festa” mas também como instrumento de marketing de empresas e municípios, realizar negócios, tomar decisões, celebrar, homenagear e outros.
Hoje, muitos eventos não alcançam os resultados esperados e o resultado desses fracassos são o desperdício de recursos e a insatisfação e frustração de expectativas tanto das pessoas que promovem como as que participam desses eventos.
Para que os eventos atinjam os objetivos esperados torna-se necessário realizar um planejamento adequado a cada tipo de evento. Existem normas e protocolos e convenções que não podem ser ignoradas na elaboração de um evento.
O mercado de eventos encontra-se em franca ascensão na atualidade e necessita de profissionais capacitados.
Público Alvo:
Empresários;
Dirigentes de instituições públicas e privadas;
Estudantes;
Conteúdo Programático
O que são eventos;
Tipos de eventos;
Perfil dos profissionais que atuam em eventos;
Organização e planejamento do evento
Normas de etiqueta;
Locais para realização de eventos;
Equipamentos necessários para a realização de um evento.
Eventos Públicos e Empresariais
Cerimonial, protocolo e etiqueta.
Roteiro de cerimônias.
Símbolos nacionais.
Distribuição de bandeiras.
Ordem de precedência.
Tipos de mesa e composição.
Tipos de atos e solenidades.
Homenagens e condecorações.
Formas de tratamento.
Recepção das autoridades e convidados.
Eventos Sociais
• Eventos sociais: formaturas, casamentos, "debut", bodas,batizados.
• Tipos de serviços e recepções
• Planejamento do evento: criação e utilização de "check-list".;
• Organização do evento: lista de convidados, convites, local, cardápio, repertório musical, cerimonial.
Monitoramento e avaliação do evento.
Vagas: limitadas
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 24 horas
Investimento: à combinar
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Lecionou a mais de 6 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
terça-feira, 13 de abril de 2010
ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADEMICOS
ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADEMICOS
A produção de conhecimento é um dos mais importantes pilares em que se sustentam as instituições de ensino. É através da sistematização e divulgação dos produtos científicos (artigos, livros pesquisas, monografias, teses e dissertações), que compartilharmos o que é produzido pelos esforços dos pesquisadores entre a comunidade científica e a sociedade em geral.
Para que as pesquisas sejam confiáveis idôneas torna-se necessário seguir o rigor teórico metodológico exigido pela ciência em todas as etapas de elaboração e divulgação dos trabalhos científicos.
Muitos trabalhos acadêmicos, apesar de possuírem ótimo resultados caem em descrédito por não se adequarem às demandas científicas como a utilização de uma linguagem adequada, problemas de estruturação e organização, problemas técnicos de apresentação e outros.
É comum alunos recorrem a outras pessoas realizarem a correção ou adequação as normas técnicas exigidas. Além dos custos frequentemente elevados dessa prática some-se ainda o risco de resultados pouco confiáveis. Torna-se importante que sejamos capazes não só de elaborar trabalhos científicos mas também de analisar de maneira critica pesquisas e documentos científicos que nos são apresentados cotidianamente.
Data: 06 e 07/03/2010
Horário: sábado 08:00 – 12:00 e das 13:00 às 18:00
domingo das 13:00 às 20:00
Local: Rua XV de Novembro – Secretaria de Educação de Palmeira
Inscrições: Rua XV de Novembro - Secretaria de Educação de Palmeira – Fonte: (42)3909-5050
Público alvo: destina-se a estudantes universitários, alunos de pós-graduação, mestrado, ensino a distância, ensino médio, ensino técnico e professores.
Objetivos:
• Tornar o aluno capaz organizar, formatar e apresentar trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da ABNT;
• Fornecer métodos e ferramentas para a facilitação da organização, formatação e apresentação de trabalhos acadêmicos;
Conteúdo:
• O que é o conhecimento?;
• Tipos de conhecimento;
• Características do conhecimento científico;
• Tipologia dos trabalhos acadêmicos;
• Regras gerais de apresentação de trabalhos acadêmicos;
• Estrutura de trabalhos acadêmicos;
• Descrição dos elementos que compõe a estrutura de trabalhos acadêmicos;
• Como realizar citações;
• Como realizar notas de rodapé
• Elementos pré-textuais e pós-textuais
Vagas: LIMITADAS
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 16 horas
Investimento: R$40 reais por participante (mínimo de 10 alunos por turma)
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
A produção de conhecimento é um dos mais importantes pilares em que se sustentam as instituições de ensino. É através da sistematização e divulgação dos produtos científicos (artigos, livros pesquisas, monografias, teses e dissertações), que compartilharmos o que é produzido pelos esforços dos pesquisadores entre a comunidade científica e a sociedade em geral.
Para que as pesquisas sejam confiáveis idôneas torna-se necessário seguir o rigor teórico metodológico exigido pela ciência em todas as etapas de elaboração e divulgação dos trabalhos científicos.
Muitos trabalhos acadêmicos, apesar de possuírem ótimo resultados caem em descrédito por não se adequarem às demandas científicas como a utilização de uma linguagem adequada, problemas de estruturação e organização, problemas técnicos de apresentação e outros.
É comum alunos recorrem a outras pessoas realizarem a correção ou adequação as normas técnicas exigidas. Além dos custos frequentemente elevados dessa prática some-se ainda o risco de resultados pouco confiáveis. Torna-se importante que sejamos capazes não só de elaborar trabalhos científicos mas também de analisar de maneira critica pesquisas e documentos científicos que nos são apresentados cotidianamente.
Data: 06 e 07/03/2010
Horário: sábado 08:00 – 12:00 e das 13:00 às 18:00
domingo das 13:00 às 20:00
Local: Rua XV de Novembro – Secretaria de Educação de Palmeira
Inscrições: Rua XV de Novembro - Secretaria de Educação de Palmeira – Fonte: (42)3909-5050
Público alvo: destina-se a estudantes universitários, alunos de pós-graduação, mestrado, ensino a distância, ensino médio, ensino técnico e professores.
Objetivos:
• Tornar o aluno capaz organizar, formatar e apresentar trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da ABNT;
• Fornecer métodos e ferramentas para a facilitação da organização, formatação e apresentação de trabalhos acadêmicos;
Conteúdo:
• O que é o conhecimento?;
• Tipos de conhecimento;
• Características do conhecimento científico;
• Tipologia dos trabalhos acadêmicos;
• Regras gerais de apresentação de trabalhos acadêmicos;
• Estrutura de trabalhos acadêmicos;
• Descrição dos elementos que compõe a estrutura de trabalhos acadêmicos;
• Como realizar citações;
• Como realizar notas de rodapé
• Elementos pré-textuais e pós-textuais
Vagas: LIMITADAS
Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.
Carga horária total: 16 horas
Investimento: R$40 reais por participante (mínimo de 10 alunos por turma)
Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.
Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com
quinta-feira, 8 de abril de 2010
DINHEIRO X ESPIRITUALIDADE
Se um dia pedirem para que você escolha entre o dinheiro e espiritualidade questione ao seu inquiridor se ele escolhe entre discurso ou prática. Algumas religiões orientais acreditam ser possível tentar equilibrar essas duas faces indissociáveis da vida.
É muito relevante a discussão sobre as problemáticas inerentes ao sistema capitalista e a forma perversa como este vem operando em nossa sociedade, gerando pobreza, desigualdade e todo tipo de infortúnio.
Porém, é engraçado escutar algumas criticas da igreja contra o sistema capitalista, pois, por muito tempo, Estado, capital e igreja tiveram (e em alguns casos ainda tem) uma relação muito estreita e intima.
Durante um longo tempo, pregou-se que o dinheiro, o lucro, a riqueza eram coisas mundanas e até pecado. Dizia-se que seria “mais fácil um camelo passar por um buraco de uma agulha do que um rico entrar para o reino dos céus”. Muitas pessoas se culpavam por terem dinheiro e riquezas e para aliviar sua culpa, faziam vultosas doações para as igrejas. Essa lógica que enaltecimento da pobreza seria uma forma acomodar as classes mais pobres para que não almejassem melhorar de vida e evitar que estas de rebelassem contra o poder vigente.
Alguns religiosos dizem que a economia não é uma “coisa do Diabo”, mas criticam a forma como a economia é gerida. Segundo eles, a crítica não se dirige a nenhuma instituição ou pessoa especifica, mas sim, a mentalidade de concentração de renda que permeia a sociedade. E é aí que se iniciam algumas contradições do discurso e da prática de algumas religiões.
Como criticar a concentração de renda quando algumas igrejas possuem verdadeiras fortunas? Somente uma igreja em nosso país movimentou de março de 2001 a março de 2008 R$ 8 bilhões, segundo informações do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão do Ministério da Fazenda.
Como criticar o sistema capitalista e defender um modelo de economia mais solidário quando algumas igrejas são proprietárias de bancos, empresas, emissoras de rádio, tv, etc?
Desde muito tempo, vender pedacinhos do céu, comprar a redenção dos pecados por módicas quantias é um negócio altamente rentável. Uma das razões dessa grande rentabilidade é que certas igrejas operam como verdadeiras empresas e possuem uma série de benefícios fiscais, permitindo que elas “não dêem a César o que é de César”. Segundo a jornalista Fabiana Futema (Jornal Folha. 11/07/2005), as igrejas não pagam Imposto de Renda e em alguns casos, são isentos do IPVA e do IPTU.
Muitas correntes religiosas pregam o desapego material para seus fiéis mas constroem verdadeiros impérios, cercados de luxo e de ostentação. O voto de pobreza e de solidariedade aos pobres chega a soar como hipocrisia para algumas religiões.
Existem casos, onde escolas e hospitais administrados por entidades religiosas foram construídos e melhorados mediante doações de fiéis e mais tarde se tornaram empresas particulares, que só atendem aqueles quem tem DINHEIRO.
Ou muito me engano mas, Jesus Cristo não fazia distinção entre as pessoas. Ele ajudou ricos e pobres, aconselhou enfermos, bandidos e prostitutas e jamais cobrou por isso.
Muitas igrejas não lhe darão mais do que palavras, mas lhe pedirão tudo o que você tem. Será que lhe darão comida quando estiver com fome; água quando estiver com sede ou roupas quando estiver nu? Mas se isso acontecer, esse será um momento sagrado de caridade onde o verbo se torna ação e o verdadeiro exemplo de Cristo é posto em prática.
Luiz Fernando Roscoche
É muito relevante a discussão sobre as problemáticas inerentes ao sistema capitalista e a forma perversa como este vem operando em nossa sociedade, gerando pobreza, desigualdade e todo tipo de infortúnio.
Porém, é engraçado escutar algumas criticas da igreja contra o sistema capitalista, pois, por muito tempo, Estado, capital e igreja tiveram (e em alguns casos ainda tem) uma relação muito estreita e intima.
Durante um longo tempo, pregou-se que o dinheiro, o lucro, a riqueza eram coisas mundanas e até pecado. Dizia-se que seria “mais fácil um camelo passar por um buraco de uma agulha do que um rico entrar para o reino dos céus”. Muitas pessoas se culpavam por terem dinheiro e riquezas e para aliviar sua culpa, faziam vultosas doações para as igrejas. Essa lógica que enaltecimento da pobreza seria uma forma acomodar as classes mais pobres para que não almejassem melhorar de vida e evitar que estas de rebelassem contra o poder vigente.
Alguns religiosos dizem que a economia não é uma “coisa do Diabo”, mas criticam a forma como a economia é gerida. Segundo eles, a crítica não se dirige a nenhuma instituição ou pessoa especifica, mas sim, a mentalidade de concentração de renda que permeia a sociedade. E é aí que se iniciam algumas contradições do discurso e da prática de algumas religiões.
Como criticar a concentração de renda quando algumas igrejas possuem verdadeiras fortunas? Somente uma igreja em nosso país movimentou de março de 2001 a março de 2008 R$ 8 bilhões, segundo informações do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão do Ministério da Fazenda.
Como criticar o sistema capitalista e defender um modelo de economia mais solidário quando algumas igrejas são proprietárias de bancos, empresas, emissoras de rádio, tv, etc?
Desde muito tempo, vender pedacinhos do céu, comprar a redenção dos pecados por módicas quantias é um negócio altamente rentável. Uma das razões dessa grande rentabilidade é que certas igrejas operam como verdadeiras empresas e possuem uma série de benefícios fiscais, permitindo que elas “não dêem a César o que é de César”. Segundo a jornalista Fabiana Futema (Jornal Folha. 11/07/2005), as igrejas não pagam Imposto de Renda e em alguns casos, são isentos do IPVA e do IPTU.
Muitas correntes religiosas pregam o desapego material para seus fiéis mas constroem verdadeiros impérios, cercados de luxo e de ostentação. O voto de pobreza e de solidariedade aos pobres chega a soar como hipocrisia para algumas religiões.
Existem casos, onde escolas e hospitais administrados por entidades religiosas foram construídos e melhorados mediante doações de fiéis e mais tarde se tornaram empresas particulares, que só atendem aqueles quem tem DINHEIRO.
Ou muito me engano mas, Jesus Cristo não fazia distinção entre as pessoas. Ele ajudou ricos e pobres, aconselhou enfermos, bandidos e prostitutas e jamais cobrou por isso.
Muitas igrejas não lhe darão mais do que palavras, mas lhe pedirão tudo o que você tem. Será que lhe darão comida quando estiver com fome; água quando estiver com sede ou roupas quando estiver nu? Mas se isso acontecer, esse será um momento sagrado de caridade onde o verbo se torna ação e o verdadeiro exemplo de Cristo é posto em prática.
Luiz Fernando Roscoche
Turismo de eventos é o que mais cresce na atualidade
Quem disse que uma cidade precisa ter obrigatoriamente atrativos naturais para atrair turistas? Um exemplo que demonstra o contrário é São Paulo, que fica com metade dos visitantes estrangeiros que desembarcam no país a trabalho. Segundo a Revista Exame, esse público gasta em média 110 dólares por dia, ante 80 dólares de um turista que viaja a lazer. A capital paulista é o palco de 80% das 160 principais feiras que ocorrem no país.
O turismo de eventos é um dos setores que mais cresce na atualidade, chegando a superar o crescimento do setor do turismo como um todo, com uma tava de crescimento de 12% nos últimos anos. Algumas vantagens atribuídas ao turismo de eventos se devem ao fato que podemos planejar os fluxos, podendo inclusive direciona-los para os períodos de baixa estação. A permanência dos turistas de eventos costumam ser maior do que os turistas convencionais, bem como gasto médio diário do turista de eventos é muito superior a dos turistas convencionais.
De acordo com estudos publicados pelo International Congress and Convention Association estima-se que no mundo sejam realizados mais de 70 mil eventos.
Os eventos que podem ter uma finalidade religiosa, esportiva, cultural, social, de lazer, negócios ou profissional. Esse ano, a África será sede de um dos mais esperados, a Copa do Mundo. Já o Brasil, se prepara para ser sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Segundo especialistas, cerca de 25 bilhões de reais serão investidos para dotar o país de infra-estrutura que será utilizada durante e até mesmo depois dos jogos. Muitos setores da sociedade serão beneficiados com esse evento, inicialmente acredita-se que o setor de construção civil será um dos primeiros beneficiados, mas, muitos outros postos de trabalho na área de segurança, alimentação, transporte e hospedagem serão envolvidos direta ou indiretamente.
Em nosso município, possuímos inúmeros eventos religiosos, étnicos e populares que atraem visitantes de toda a região. Alguns exemplos desses eventos é o Rodeio da Integração e a festa do Carneiro que já são tradicionais. Entre os eventos étnicos destaca-se a Festa Típica Polonesa de Santa Bárbara e a Festa Ítalo-Brasileira. Já entre as festas de cunho religioso, destaca-se a festa da Padroeira Nossa Senhora Imaculada Conceição que ocorre no dia 8 de dezembro, além da festa do Bom Jesus do Monte (que ocorre na localidade de Vieiras) e a Festa de Nossa Senhora das Neves, que ocorre na localidade do Cercado e é com certeza a maior festa religiosa do município, atraindo visitantes de muitas cidades do Estado.
Mas se planejássemos criar novos eventos no município que infra-estrutura teríamos disponível?
Para sediar palestras, conferencias e seminários teríamos somente na área central, teríamos o Cine Teatro Municipal e o Clube Palmeirense que juntos poderiam comportar quase mil pessoas. Próximo dali teríamos ainda os salões de eventos do clube Juventude Atlética Palmeirense e a Câmara Municipal de Palmeira (respectivamente com capacidade 420 e 130 pessoas) além dos auditórios dos Colégios Jesuíno Marcondes e Dom Alberto Gonçalves (ambos com 200 lugares). Já para eventos a céu aberto e de maior público, o município possui o Centro de Eventos Parque Caminho das Tropas, dotada de cancha de provas de areia de 35 m x 60m; um barracão 1.300 metros quadrados com banheiros, área para exposição de gado, cozinha; área para camping, pista de corrida de motocross, banheiros, pontos de energia, estacionamento, etc.
Embora o município possua inúmeras potencialidades para desenvolver o turismo de eventos, algumas deficiências merecem atenção, como por exemplo, a ampliação do número de leitos bem como da infra-estrutura de alimentação e transporte.
Porém, ninguém fará investimentos nessas áreas se não tiverem uma garantia de que esses eventos ocorram, nesse sentido, os órgãos competentes na área de turismo poderiam realizar captação de eventos. Desse modo o município poderia captar eventos de se adequassem a sua infra-estrutura e planejá-los de modo a proporcionar oportunidades para todos os envolvidos.
Luiz Fernando Roscoche
O turismo de eventos é um dos setores que mais cresce na atualidade, chegando a superar o crescimento do setor do turismo como um todo, com uma tava de crescimento de 12% nos últimos anos. Algumas vantagens atribuídas ao turismo de eventos se devem ao fato que podemos planejar os fluxos, podendo inclusive direciona-los para os períodos de baixa estação. A permanência dos turistas de eventos costumam ser maior do que os turistas convencionais, bem como gasto médio diário do turista de eventos é muito superior a dos turistas convencionais.
De acordo com estudos publicados pelo International Congress and Convention Association estima-se que no mundo sejam realizados mais de 70 mil eventos.
Os eventos que podem ter uma finalidade religiosa, esportiva, cultural, social, de lazer, negócios ou profissional. Esse ano, a África será sede de um dos mais esperados, a Copa do Mundo. Já o Brasil, se prepara para ser sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Segundo especialistas, cerca de 25 bilhões de reais serão investidos para dotar o país de infra-estrutura que será utilizada durante e até mesmo depois dos jogos. Muitos setores da sociedade serão beneficiados com esse evento, inicialmente acredita-se que o setor de construção civil será um dos primeiros beneficiados, mas, muitos outros postos de trabalho na área de segurança, alimentação, transporte e hospedagem serão envolvidos direta ou indiretamente.
Em nosso município, possuímos inúmeros eventos religiosos, étnicos e populares que atraem visitantes de toda a região. Alguns exemplos desses eventos é o Rodeio da Integração e a festa do Carneiro que já são tradicionais. Entre os eventos étnicos destaca-se a Festa Típica Polonesa de Santa Bárbara e a Festa Ítalo-Brasileira. Já entre as festas de cunho religioso, destaca-se a festa da Padroeira Nossa Senhora Imaculada Conceição que ocorre no dia 8 de dezembro, além da festa do Bom Jesus do Monte (que ocorre na localidade de Vieiras) e a Festa de Nossa Senhora das Neves, que ocorre na localidade do Cercado e é com certeza a maior festa religiosa do município, atraindo visitantes de muitas cidades do Estado.
Mas se planejássemos criar novos eventos no município que infra-estrutura teríamos disponível?
Para sediar palestras, conferencias e seminários teríamos somente na área central, teríamos o Cine Teatro Municipal e o Clube Palmeirense que juntos poderiam comportar quase mil pessoas. Próximo dali teríamos ainda os salões de eventos do clube Juventude Atlética Palmeirense e a Câmara Municipal de Palmeira (respectivamente com capacidade 420 e 130 pessoas) além dos auditórios dos Colégios Jesuíno Marcondes e Dom Alberto Gonçalves (ambos com 200 lugares). Já para eventos a céu aberto e de maior público, o município possui o Centro de Eventos Parque Caminho das Tropas, dotada de cancha de provas de areia de 35 m x 60m; um barracão 1.300 metros quadrados com banheiros, área para exposição de gado, cozinha; área para camping, pista de corrida de motocross, banheiros, pontos de energia, estacionamento, etc.
Embora o município possua inúmeras potencialidades para desenvolver o turismo de eventos, algumas deficiências merecem atenção, como por exemplo, a ampliação do número de leitos bem como da infra-estrutura de alimentação e transporte.
Porém, ninguém fará investimentos nessas áreas se não tiverem uma garantia de que esses eventos ocorram, nesse sentido, os órgãos competentes na área de turismo poderiam realizar captação de eventos. Desse modo o município poderia captar eventos de se adequassem a sua infra-estrutura e planejá-los de modo a proporcionar oportunidades para todos os envolvidos.
Luiz Fernando Roscoche
quarta-feira, 17 de março de 2010
A DISSOLUÇÃO DO PODER DAS CIDADES
As cidades são hoje o centro das atenções na sociedade moderna, seja pela sua importância econômica, política, cultural e ambiental.
Nosso país se torna cada dia mais urbano, possuindo uma média de mais de 80% da população vivendo nas cidades, fato este que possui tanto repercussões positivas quanto negativas na sociedade, na política, na economia, no meio ambiente e na cultura de um local.
Segundo o professor Doutor Adir Ubaldo Rech, o poder político nasceu nas cidades, sendo portanto, o embrião do Estado Moderno. Porém, o Estado passou gradativamente a se apropriar do poder e os recursos das cidades, enfraquecendo assim o poder local. É na escala local onde as necessidades do povo são efetivamente sentidas. Os órgãos do governo federal e estadual muitas vezes se mostram lentos e ineficientes no atendimento das necessidades dos munícipes.
Outro problema é a falta de autonomia legal dos estados e municípios que devem se submeter ao controle da União. Porém torna difícil em um país “continental” como o Brasil, onde os centros de poder ficam longe (seja em termos físicos ou políticos) da população, e por isso, não contemplam suas realidades. Assim, muitas vezes elaboram-se projetos, leis e outros que não possuem efetividade, legitimidade e eficiência nas escalas regionais, estaduais e locais.
O Estado por sua vez parece abrir mão de suas responsabilidades, mas não de seus recursos financeiros, prova disso é a regionalização e municipalização de muitos serviços antes prestados pelo Estado. O grande problema que se aponta é que o processo de descentralização das ações do Estado não são acompanhados de uma autonomia plena e muito menos com o repasse de recursos e o auxilio técnico necessário as escalas inferiores de governo.
Existe hoje uma profusão de normas e leis municipais que não é acompanhada proporcionalmente pela sua efetiva aplicação. Como diria o professor Doutor Adir Ubaldo Rech “cumprir as imposições legais é muito simples, mas assegurar qualidade de vida e evitar o caos é uma tarefa complexa”. Assim, não basta que as leis locais sejam cumpridas, é preciso existir um projeto de cidade mais amplo que não se restrinja a duração de mandatos políticos e que sobretudo seja reflexo dos desejos e necessidades de toda a sociedade e não somente de técnicos e dirigentes políticos.
Não é mais possível nos portarmos de maneira paternalista, esperando que o poder público revolva os problemas particulares de cada um ou de determinadas classes ou grupos sociais, devemos sim, participar de um projeto comum de cidade de maneira a gerar benefícios à toda a sociedade. Para isso, torna-se necessário que sejamos sujeitos conscientes do nosso passado e ativos na construção do presente e do futuro de nossas cidades.
A construção holística de uma cidade implica e existência e o comprometimento de todos os envolvidos de um projeto de cidade bem definido, que não fique a mercê dos interesses do mercado, crescendo de forma aleatória e caótica, flagelando a sociedade e seu meio ambiente.
A cidade segundo Aristóteles, deveria representar o auge da evolução da sociedade e da natureza humana de maneira a promover a segurança e o bem estar, porém em muitos grandes centros urbanos, a cidade representa o fim da própria dignidade humana, um local de violência, miséria e abandono.
Luiz Fernando Roscoche
Nosso país se torna cada dia mais urbano, possuindo uma média de mais de 80% da população vivendo nas cidades, fato este que possui tanto repercussões positivas quanto negativas na sociedade, na política, na economia, no meio ambiente e na cultura de um local.
Segundo o professor Doutor Adir Ubaldo Rech, o poder político nasceu nas cidades, sendo portanto, o embrião do Estado Moderno. Porém, o Estado passou gradativamente a se apropriar do poder e os recursos das cidades, enfraquecendo assim o poder local. É na escala local onde as necessidades do povo são efetivamente sentidas. Os órgãos do governo federal e estadual muitas vezes se mostram lentos e ineficientes no atendimento das necessidades dos munícipes.
Outro problema é a falta de autonomia legal dos estados e municípios que devem se submeter ao controle da União. Porém torna difícil em um país “continental” como o Brasil, onde os centros de poder ficam longe (seja em termos físicos ou políticos) da população, e por isso, não contemplam suas realidades. Assim, muitas vezes elaboram-se projetos, leis e outros que não possuem efetividade, legitimidade e eficiência nas escalas regionais, estaduais e locais.
O Estado por sua vez parece abrir mão de suas responsabilidades, mas não de seus recursos financeiros, prova disso é a regionalização e municipalização de muitos serviços antes prestados pelo Estado. O grande problema que se aponta é que o processo de descentralização das ações do Estado não são acompanhados de uma autonomia plena e muito menos com o repasse de recursos e o auxilio técnico necessário as escalas inferiores de governo.
Existe hoje uma profusão de normas e leis municipais que não é acompanhada proporcionalmente pela sua efetiva aplicação. Como diria o professor Doutor Adir Ubaldo Rech “cumprir as imposições legais é muito simples, mas assegurar qualidade de vida e evitar o caos é uma tarefa complexa”. Assim, não basta que as leis locais sejam cumpridas, é preciso existir um projeto de cidade mais amplo que não se restrinja a duração de mandatos políticos e que sobretudo seja reflexo dos desejos e necessidades de toda a sociedade e não somente de técnicos e dirigentes políticos.
Não é mais possível nos portarmos de maneira paternalista, esperando que o poder público revolva os problemas particulares de cada um ou de determinadas classes ou grupos sociais, devemos sim, participar de um projeto comum de cidade de maneira a gerar benefícios à toda a sociedade. Para isso, torna-se necessário que sejamos sujeitos conscientes do nosso passado e ativos na construção do presente e do futuro de nossas cidades.
A construção holística de uma cidade implica e existência e o comprometimento de todos os envolvidos de um projeto de cidade bem definido, que não fique a mercê dos interesses do mercado, crescendo de forma aleatória e caótica, flagelando a sociedade e seu meio ambiente.
A cidade segundo Aristóteles, deveria representar o auge da evolução da sociedade e da natureza humana de maneira a promover a segurança e o bem estar, porém em muitos grandes centros urbanos, a cidade representa o fim da própria dignidade humana, um local de violência, miséria e abandono.
Luiz Fernando Roscoche
terça-feira, 2 de março de 2010
Outro mundo é possível
Em face a ineficiência do estado em promover a defesa dos interesses sociais, nos últimos anos viu-se crescer de maneira significativa o número de organizações não governamentais, chegando no final do século XX a atingir a cifra de 20.000 organizações. Organizações estas que vem se servindo das mesmas “armas”, do processo de globalização, ou seja, utilizando-se das tecnologias de comunicação, como a internet, por exemplo. Esta se criando gradativamente no mundo inteiro, uma rede de pessoas ligadas por interesses comuns, que trocam informações e criam mobilizações no sentido da defesa de seus interesses. Um exemplo nítido deste processo ocorreu no ano de 1999 em Seattle, nos Estados Unidos, quando mais de 50.000 mil pessoas, de 700 organizações diferentes fizeram um protesto contra a reunião da Organização Mundial do Comércio, organizada pelo Fórum nacional de sobre a Globalização. O mais interessante é perceber que dentre as organizações que participaram deste protesto contra a globalização era possível encontrar entidades ligadas a sindicatos, entidades de defesa dos direitos humanos, ambientalistas, etc. A diversidade da composição deste protesto mostra na verdade o senso de cidadania das pessoas que sabem que as políticas arbitrárias da OMC, priorizam o sistema econômico e esquecem do social, sejam eles operários, ambientalistas, funcionários públicos, etc. Muitas vezes não é raro a mídia nacional e até internacional mostrar uma visão deturpada e descontextualizada por estes movimentos sociais, tidos como exemplos de caos e desordem. Certamente podemos encontrar alguns baderneiros entre os manifestantes, mas eles certamente não são a maioria.
Por outro lado, é possível compreender estas explosões de violência quando se percebe que mesmo que se dialogue, discuta e se manifeste, a voz da sociedade não é ouvida pelas autoridades mundiais. Além de não ouvir o Estado usa da legitimação da forças policiais e militares para impedir manifestações, infringindo não só os direitos humanos, mas a própria democracia. Prova disso é que muitos países e protestos no mundo inteiro não foram o bastante para deter o ataque americano ao Iraque, que agiu de maneira unilateral e bárbara, da mesma forma com vêem procedendo em relação aos acordos ambientais internacionais.
A Coalizão de Seattle em 2001 de forma pacífica realizou no Brasil um dos maiores acontecimentos sociais do mundo, com a realização do Fórum Social Mundial em Porto Alegre, quando milhares de ativistas pesquisadores e outras pessoas das mais diversas partes do mundo se reuniram para discutir em torno do lema “Um outro mundo é possível”. Quase em concomitância com este evento uma pequena elite do poder mundial se reunia em Davos na Suíça para decidir o futuro econômico do mundo, através do Fórum Econômico Mundial. Percebe-se assim uma visão extremamente estreita dos líderes mundiais que enxergam o sistema econômico com um fim em si mesmo, não percebendo que este deve existir em função de uma sociedade. Sociedade esta que paga diariamente pelos impactos gerados pelo modelo econômico vigente, pois este por sua vez, se esquece que uma sociedade acaba pagando não só os custos econômicos, mas também os custos sociais e ambientais do modelo de “desenvolvimento”.
Acredito que um “Outro mundo é possível”, quando esquecemos as diferenças e nos unimos em prol da resolução de problemas em comum. Acredito ainda que a defesa de nossos direitos não deve ser feita somente por um ou outro grupo as sociedade mas sim um por todos, num exercício de cidadania.
Luiz Fernando Roscoche
Por outro lado, é possível compreender estas explosões de violência quando se percebe que mesmo que se dialogue, discuta e se manifeste, a voz da sociedade não é ouvida pelas autoridades mundiais. Além de não ouvir o Estado usa da legitimação da forças policiais e militares para impedir manifestações, infringindo não só os direitos humanos, mas a própria democracia. Prova disso é que muitos países e protestos no mundo inteiro não foram o bastante para deter o ataque americano ao Iraque, que agiu de maneira unilateral e bárbara, da mesma forma com vêem procedendo em relação aos acordos ambientais internacionais.
A Coalizão de Seattle em 2001 de forma pacífica realizou no Brasil um dos maiores acontecimentos sociais do mundo, com a realização do Fórum Social Mundial em Porto Alegre, quando milhares de ativistas pesquisadores e outras pessoas das mais diversas partes do mundo se reuniram para discutir em torno do lema “Um outro mundo é possível”. Quase em concomitância com este evento uma pequena elite do poder mundial se reunia em Davos na Suíça para decidir o futuro econômico do mundo, através do Fórum Econômico Mundial. Percebe-se assim uma visão extremamente estreita dos líderes mundiais que enxergam o sistema econômico com um fim em si mesmo, não percebendo que este deve existir em função de uma sociedade. Sociedade esta que paga diariamente pelos impactos gerados pelo modelo econômico vigente, pois este por sua vez, se esquece que uma sociedade acaba pagando não só os custos econômicos, mas também os custos sociais e ambientais do modelo de “desenvolvimento”.
Acredito que um “Outro mundo é possível”, quando esquecemos as diferenças e nos unimos em prol da resolução de problemas em comum. Acredito ainda que a defesa de nossos direitos não deve ser feita somente por um ou outro grupo as sociedade mas sim um por todos, num exercício de cidadania.
Luiz Fernando Roscoche
segunda-feira, 1 de março de 2010
TURISMO RURAL: POTENCIALIDADE OU PRODUTO?
Assim como toda pessoa possui uma vocação, as cidades possuem as suas vocações, tendências que são constatadas através de sua caracterização produtiva, de sua mão-de-obra, sua localização geográfica, e mais alguns fatores que incidem na sua identidade produtiva. Um município pode ter uma ou várias vocações produtivas.
A formação do município de Palmeira se deu essencialmente em torno do Caminho das Tropas e mais tarde pela vinda de imigrantes europeus que fizeram a agropecuária prosperar significativamente introduzindo novas técnicas de cultivo e criação de animais.
Mas não foram apenas as atividades agropecuárias que prosperaram, afinal nesta fusão de etnias entre negros, portugueses, alemães, poloneses, russos, franceses, italianos, e outros, viu-se nascer uma diversificada riqueza cultural materializada nas edificações, na gastronomia, usos e costumes e outros que ainda persistem em nosso município.
Hoje uma das principais atividades do Município de Palmeira é a produção agropecuária, e ainda, segundo dados de IBGE do senso demográfico de 2000, dão conta de que em nosso município esta porcentagem fica em 56%, e por outro lado possuímos cerca de 44% de população que vive no meio rural, estes últimos distribuídos em diversos núcleos populacionais da zona rural, com predominância das mini e pequenas propriedades rurais, onde é desenvolvida a agropecuária familiar.
Outro fato de relevante importância e que contribui para uma possível consolidação do turismo em nosso município é o fato da proximidade geográfica de grandes centros urbanos, emissores de turistas, como a cidade de Curitiba.
Partindo destes pressupostos é possível afirmar que a vocação agropecuária pode vir a contribuir para uma possível vocação turística, tornando este ultimo vir a se tornar uma alternativa de desenvolvimento aproveitando os recursos naturais e culturais, ainda preservados no meio rural e ao mesmo tempo contribuindo para diversificar a economia de pequenos proprietários rurais, e melhorando sua qualidade de vida. Fala-se em alternativa por se considerar que não é necessário ao abandono das atividades agropecuárias tradicionais em detrimento do turismo.
É inquestionável a existência de potencialidades turísticas latentes em nosso município (principalmente ligadas ao turismo rural). Todavia, a simples existência de uma potencialidade ou de uma vocação não é suficiente, havendo a necessidade de existência de um produto final capaz de ser comercializado. Tal processo, exige um esforço em conjunto de toda a sociedade, para o planejamento e consolidação do turismo de maneira integrada e interdependente a cadeia produtiva local, tornando-se assim um agente efetivo de melhoria das condições socioeconômica da população local.
Luiz Fernando Roscoche
A formação do município de Palmeira se deu essencialmente em torno do Caminho das Tropas e mais tarde pela vinda de imigrantes europeus que fizeram a agropecuária prosperar significativamente introduzindo novas técnicas de cultivo e criação de animais.
Mas não foram apenas as atividades agropecuárias que prosperaram, afinal nesta fusão de etnias entre negros, portugueses, alemães, poloneses, russos, franceses, italianos, e outros, viu-se nascer uma diversificada riqueza cultural materializada nas edificações, na gastronomia, usos e costumes e outros que ainda persistem em nosso município.
Hoje uma das principais atividades do Município de Palmeira é a produção agropecuária, e ainda, segundo dados de IBGE do senso demográfico de 2000, dão conta de que em nosso município esta porcentagem fica em 56%, e por outro lado possuímos cerca de 44% de população que vive no meio rural, estes últimos distribuídos em diversos núcleos populacionais da zona rural, com predominância das mini e pequenas propriedades rurais, onde é desenvolvida a agropecuária familiar.
Outro fato de relevante importância e que contribui para uma possível consolidação do turismo em nosso município é o fato da proximidade geográfica de grandes centros urbanos, emissores de turistas, como a cidade de Curitiba.
Partindo destes pressupostos é possível afirmar que a vocação agropecuária pode vir a contribuir para uma possível vocação turística, tornando este ultimo vir a se tornar uma alternativa de desenvolvimento aproveitando os recursos naturais e culturais, ainda preservados no meio rural e ao mesmo tempo contribuindo para diversificar a economia de pequenos proprietários rurais, e melhorando sua qualidade de vida. Fala-se em alternativa por se considerar que não é necessário ao abandono das atividades agropecuárias tradicionais em detrimento do turismo.
É inquestionável a existência de potencialidades turísticas latentes em nosso município (principalmente ligadas ao turismo rural). Todavia, a simples existência de uma potencialidade ou de uma vocação não é suficiente, havendo a necessidade de existência de um produto final capaz de ser comercializado. Tal processo, exige um esforço em conjunto de toda a sociedade, para o planejamento e consolidação do turismo de maneira integrada e interdependente a cadeia produtiva local, tornando-se assim um agente efetivo de melhoria das condições socioeconômica da população local.
Luiz Fernando Roscoche
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