sexta-feira, 7 de maio de 2010

OS DIÁRIOS SECRETOS SEGUNDO OS DEPUTADOS

Diante das denuncias sobre o escândalo dos Diários Secretos da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, buscou-se contato com todos os deputados no último dia 3 de maio, para que estes respondessem a duas perguntas.
Dos 54 deputados paranaenses, apenas quatro responderam.
A primeira pergunta era a posição do deputado em relação a permanência ou afastamento da mesa diretora da assembléia.
Na segunda pergunta, questionava-se como os deputados achavam que o escândalo dos Diários Secretos afetariam as eleições de 2010.
E deputado Alexandre Curi, se posicionou contra o afastamento da mesa diretora da Assembléia pois, segundo ele, após as denúncias “a Mesa Diretora da Assembléia estabeleceu diversas medidas internas, amplamente divulgadas pelos meios de comunicação, com o propósito de solucionar questões envolvendo o quadro funcional da Casa, bem como colaborar expressamente com as requisições do Ministério Público, fornecendo documentações e outras providencias solicitadas”. Na opinião do deputado, “independentemente da confiança ou do ceticismo do cidadão paranaense com relação às medidas adotadas” a mesa diretora estaria cumprindo com o proposto aos casos denunciados.
Com relação a segunda pergunta, o Deputado Alexandre Curi deu uma resposta evasiva ao questionamento. Segundo ele, “[...] caberá ao eleitor julgar através do voto a confiança em determinado candidato que em sua análise melhor represente os seus anseios. E esses anseios são muito relativos. Podem variar desde aquilo propalado pelos cientistas sociais até aos interesses “clientelistas” que alguns cidadãos e candidatos aceitam numa relação ainda vigente em nosso país, mesmo a contra gosto da sociedade e das leis. Porém absolutamente realista, e nada mais que isso”, concluiu o deputado.
Já o deputado Marcelo Rangel se posicionou “a favor do afastamento de todos os envolvidos no caso”. Quanto a influência do escândalo dos Diários Secretos, nas próximas eleições, este acredita “ser muito positiva, deixando o eleitor muito mais atento e com ciência de seus direitos de cobranças”.
O Deputado Tadeu Veneri, de modo bastante sucinto, se posicionou a favor do afastamento da mesa diretora. Com relação ao segundo questionamento, acredita que “seriam todos impactados pelo que está ocorrendo”.
O Deputado Luiz Eduardo Cheida, por sua vez, diz ser a favor de que “o Ministério Público investigue (e dê publicidade) TODOS os 54 deputados e não só os deputados da Mesa Diretora”. Com relação ao impacto dos escândalos nas eleições de 2010, considera que aqueles que corrompem, continuarão comprando votos “e, com isso, suas chances de voltar [reeleger] serão maiores do que os que trabalham honestamente, não corrompem e, por isso, têm um eleitorado mais critico”. Segundo ele, os deputados que trabalham honestamente “perdem cada vez mais”. Segundo Cheida, “quanto mais suja parece a política, mais os políticos sujos ampliam suas chances”.
O Deputado diz estar indignado com tal situação e que teria procurado a Ordem dos Advogados do Brasil e Conselho Regional dos Contabilistas, para que estes participem como observadores externos, de todo o processo de sindicância e recadastramento que a Assembléia vai realizar. Defende que tal situação não deve ficar como uma mera atividade interna e que é necessário que toda a sociedade acompanhe os processos em tempo real. O deputado finaliza sua correspondência com a seguinte mensagem: “Nosso país só será uma grande Nação quando os homens de bem tiverem a mesma ousadia dos canalhas. Por isso, não se abata! Lute junto com todos os que querem uma Assembléia honesta e livre daqueles que usam a política para fazer negócios.”

por Luiz Fernando Roscoche

A CASA DO POVO OU A CASA DA MÃE JOANA?

Vergonha é a palavra que melhor define o sentimento de grande parte da população do Paraná em relação a Assembléia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP).
No dia 16 de março de 2010 vem a público o resultado de quase dois anos de investigação dos jornalistas Karlos Kohlbach, Katia Brembatti, James Alberti e Gabriel Tabatchek, que analisaram mais de 700 diários oficiais editados entre 1998 e 31 de março de 2009.
Essa investigação apurou que entre janeiro de 2006 e março de 2009, a existência de 2.178 atos secretos do Legislativo, que segundo os jornalistas, serviriam para ocultar nomeações, demissões e pagamentos irregulares. Sem numeração os diários impossibilitam a fiscalização por parte da sociedade. Calcula-se que nesse período, tenha ocorrido cerca de 1,8 mil contratações dessa forma. Entre essas contratações estariam moradores do litoral de Santa Catarina, ex-deputados, agricultores e outros que, ou são funcionários fantasmas ou são usados como “laranjas” para o desvio de dinheiro da Assembléia.
Segundo o chefe do arquivo da Assembléia, Walter Kraft, desde 2008, a desculpa comumente dada a imprensa (para que não tenham acesso aos diários) é de que estes estariam sendo encadernados. Funcionários da assembléia teriam dito, “que é intencional o fato do setor ainda não ser informatizado”. Existiria um espaço dentro da Assembléia, onde muitos documentos ficam guardados, mas o acesso seria restrito somente a pessoal autorizado pelo então do diretor-geral da ALEP, Abib Miguel. .
É interessante observar que a imprensa conseguiu descobrir o que o Tribunal de Contas deixou passar. O Tribunal de Contas do Estado, responsável por fiscalizar a aplicação do dinheiro público nos municípios e órgãos estaduais no Estado do Paraná aprovou por unanimidade e sem restrições as últimas três prestações de contas da ALEP, dos anos de 2006, 2007 e 2008.
Somente depois de quase dois meses do escândalo é que o Ministério Público do Paraná denunciou os três ex-diretores da Assembléia Legislativa do Paraná e o funcionário João Leal de Mattos, por desvio de dinheiro público, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Após as denuncias, “os ratos” começaram a abandonar o barco que estava afundando, primeiro foi Abib Miguel que pediu afastamento no dia 18 de março, seguido por seu braço direito José Ary Nassiff no dia 22 de março.
Muitos acham pouco provável que todas essas irregularidades tenham ocorrido sem o conhecimento de Nelson Justus, porém, este se nega a deixar a presidência da casa.
Somente os deputados Douglas Fabrício, Felipe Lucas, Marcelo Rangel, Tadeu Veneri e Ney Leprevost, tornaram público seu pedido de afastamento do presidente da casa.
Em contraposição, entre os favoráveis pela permanência de Nelson Justus, está o deputado Jocelito Canto. Além de defender o presidente da Assembléia, o deputado virou noticia nacional, quando em pronunciamento no plenário da Assembléia no dia 14 de março, teria dito que o caixa 2 é normal na vida pública e que “está presente em todas as eleições”.
Em meio a tantas denuncias, estudantes iniciaram uma onda de protestos. Um deles ocorreu no dia 21 de abril, quando estudantes adentraram a Assembléia e teriam sido revistados e agredidos por seguranças. O primeiro-vice-presidente da Casa, Antônio Anibelli (PMDB) teria ameaçado “dar um soco na cara” do tesoureiro da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (Upes), José Le Fenechl Neto, caso ele colasse um adesivo do Movimento Caça-Fantasma na lapela de seu terno. Anibelli teria proferido ainda a seguinte frase “Escuta aqui, rapaz, aqui quem manda sou eu, não é você”.
O deputado Anibelli parece não gostar muito de alguns direitos constitucionais como liberdade de expressão e liberdade de imprensa pois na ultima quarta-feira proibiu a entrada da imprensa no local para registrar a sessão. Segundo o “nobre” deputado, algumas pessoas estariam circulando no ambiente com roupas inadequadas e atrapalhando as discussões.
Segundo o site Bem Paraná, a decisão de Anibelli ocorreu após instauração de inquérito pelo Ministério Público do Paraná para investigar todos os membros da Mesa Executiva da Casa, entre eles, o próprio Anibelli.
Talvez alguns deputados tenham esquecido que num regime democrático, o povo dá e o povo tira o poder, seja através do voto ou do impeachment.
Tentativas de silenciar protestos pacíficos e a própria imprensa nos fazem lembrar dos obscuros tempos das ditaduras.
Felizmente, esse é um ano de eleições onde mais uma vez o povo terá a oportunidade de renovar a política de nosso país e de nosso Estado.

Fonte de dados e informações: Gazeta do Povo

Luiz Fernando Roscoche

quarta-feira, 5 de maio de 2010

AS BELEZAS NATURAIS DE SÃO JOÃO DO TRIUNFO

Os fatores naturais, sem dúvida alguma, tiveram uma grande importância na historia de São João do Triunfo. Tanto isso é verdade que o município tráz em seu brasão de armas a figura do pinheiro o qual remete ao ciclo econômico da madeira e um ramo de erva-mate, outra importante ciclo econômico.
A hidrografia da região é outro fator relevante na história do município, com destaque para a navegação do Rio Iguaçu, considerado um dos fatores do desenvolvimento do município.
Além do Rio Iguaçu, há outros importantes rios como: o Rio da Vargem, Rio dos Patos, Rio Lajeadinho, Rio Água Branca e outros. Além de uma importante malha hidrográfica, o município conta ainda com inúmeras quedas d’água como a Cachoeira de Coxilhão do Meio onde é possível encontrar duas quedas d’água: uma de 10 e outra de 5 metros de altura. Ao lado da cachoeira é possível encontrar uma gruta de 1 metro de altura. Na mesma localidade, existe ainda a Cachoeira da Araucária (que dista 12 km do centro do município), que possui uma queda d’água de 25 metros de altura. Ainda na localidade Coxilhão do Meio (a apenas 8 km do município) é possível encontrar o Salto do Pinheiro de Pedra, com aproximadamente 15 metros de altura. O salto recebe esse nome por passar por baixo de uma formação rochosa que alguns acreditam se assemelhar a um pinheiro de pedra. Na localidade de Faxinal dos Seixas, encontramos a Cachoeira do Seixas (que dista 26 km da sede), com queda de cerca de 7 metros de altura. Na vegetação de entorno, é possível encontrar xaxins, taquara, guabiroba, pinheiro, pinus e outras espécies.
Para os banhistas que preferem águas mais plácidas a opção é se dirigir ao Rio do Baio, nas proximidades da Escola Argemiro Luiz de Lima.
Para os amantes de observação da flora e fauna o município conta com o Parque Municipal do Iguaçu, uma área com 46.700,00 m² localizada na Vila Palmira as margens do Rio Iguaçu.
Outro atrativo que mescla belezas naturais, religiosidade e patrimônio história é o Parque da Gruta, uma área de 62.713,50 m² e que foi tombada como patrimônio histórico, paisagístico, turístico e religioso de São João do Triunfo pela Lei 549/1990. Nessa área acontece uma das mais importantes festividades do município, a Festa da Nossa Senhora Conceição, que atrai em média cerca de 5 mil visitantes, oriundos de toda a região dos Campos Gerais, Curitiba e região metropolitana.
Embora as belezas naturais de São João do Triunfo não se esgotem nesse pequeno relato, é o bastante para instigar um passeio por essas terras. Talvez uma observação mais detalhada faça com que alguns trechos do hino do município ganhem maior sentido para turistas e visitantes. “Salve esta gleba gigante de belezas naturais. Nossos jovens triunfantes não contemplaram iguais” [..] Salve as verdes florestas, cor da esperança da terra. Pássaros cantam em festa, na alvorada da nascente se encerra”.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

CURSO DE ELABORAÇÃO DE ROTEIROS TURISTICO

Apresentação
A sociedade mudou e a forma de se fazer turismo também se modificou, não basta mais viajar, torna-se necessário ter experiências únicas para serem lembradas para o resto de nossas vidas e os turistas desejam e esperam que essas lembranças sejam boas e superem suas expectativas. Hoje os turistas possuem um amplo leque de informações a seu dispor a respeito dos locais que pretendem visitar e por essa razão se tornaram mais exigentes. O turismo é composto por uma soma de produtos e serviços como transporte, alimentação,hospedagem, entretenimento, lazer, compras e outros. Para que o turista tenha plena satisfação em sua viagem é necessário que todas essas “engrenagens” do turismo funcionem de maneira harmoniosa e que acima de tudo ofereçam dicas e serviços únicos. Desse modo, este curso tem o objetivo de capacitar e habilitar pessoas para o desenvolvimento e implantação do processo de planejamento e elaboração de roteiros turísticos.
Conteúdo Programático
• O que é o turismo?
• Classificação do turismo;
• Tipos de turistas;
• Tipos de turismo;
• Roteiros turísticos;
• Elementos básicos de um roteiro turístico
• Tipos de roteiros turísticos;
• Exemplos de pacotes turísticos
• Contratos de viagem;
• Posição do destino em um roteiro;
• Tipos e classificações de atrativos turísticos;
• Tipos de serviços turísticos
• Perfis dos grupos de turistas;
• Preparação Técnica do Roteiro
o Selecionar as informações
o Analisar os elementos e a estrutura do roteiro
o O programa de viagem
 check list
 analisar o perfil do grupo
 preparar o esquema operativo
 preparar o programa de visitas e excursões
 preparar as explicações para a viagem
 organizar a agenda
 organizar o material da agência
• Atendendo ao programa e cronograma
• Atividades opcionais
• Alterações e cancelamento do programa
• Plano de contingência
• Solução de problemas
• Antecipação dos problemas

Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.

Carga horária total: 16 horas

Investimento: à combinar

Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.

Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com

CURSO DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO DA OFERTA TURÍSTICA MUNICIPAL

CURSO DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO DA OFERTA TURÍSTICA MUNICIPAL
Apresentação:
Sabemos que muitos municípios possuem um grande potencial turistico, mas que ainda não fizeram deste um verdadeiro produto turistico. Para que possamos divulgar e até mesmo vender o nosso produto turistico é necessário conhecer esse produto. Nesse sentido o Inventário da Oferta Turistica se reveste de suma importância uma vez que possibilitará o conhecimento da realidade e do potencial local, servindo também como uma base técnica e material para consulta, divulgação e conscientização de investidores, turistas e da própria comunidade. O Inventário deve ser atualizado constantemente para que subsidie o planejamento turístico do município em todas as suas fases. É também através dele que se podem medir os avanços e retrocessos no desenvolvimento turístico municipal, através de informações como fechamento ou criação de hotéis, restaurantes, criação de infra-estrutura e outros.
Quanto mais abrangente sua elaboração, mais diversificada e provavelmente mais atraente a imagem do município, que pode ser transportada do inventário para a elaboração de uma estratégia de marketing;

Público Alvo:
Funcionários públicos ligados ao setor do turismo; empresários do setor; alunos de cursos técnicos e superiores de turismo e áreas afins.

Conteúdo Programático:
• O que é turismo?
• Sistema turístico:
• Conceitos e definições de oferta turística;
• Definindo inventário da oferta turística turístico;
• Importância do Inventário da Oferta Turística;
• Orientações técnicas e governamentais para a realização do inventário da oferta turística;
• Principais produtos e usuários do Inventário Turístico;
• Elaboração do inventário da oferta turística:
 Identificação do município;
 Atrativos turísticos;
 Serviços e Equipamentos Turísticos;
 Infra-estrutura de apoio ao turismo;
• Organização da equipe de trabalho;
• Técnicas de pesquisa;
• Organização e apresentação dos dados;
• A utilização do inventário turístico na elaboração de materiais promocionais;
• O Inventário Turístico como ferramenta para o Planejamento Turístico Municipal;



Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.

Carga horária total: 16 horas

Investimento: à combinar

Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.

Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com

CURSO DE INFORMAÇÕES TURISTICAS

Apresentação:
Dentre as grandes tendências do turismo mundial descritas pela Organização Mundial de Turismo (OMT, 2001), estão a crescente globalização da atividade; melhoria dos níveis de educação e do acesso a fontes de informação; crescente exigência por parte do turista e importância crescente da inovação e das novas tecnologias da informação.
No turismo a informação está presente antes da viagem, quando o turista decide pelos atrativos que deseja visitar, o preço que vai pagar e o tempo necessário para realizar sua viagem. Durante sua estadia ele necessita de informações para se locomover, informações sobre os atrativos turísticos visitados e informações a respeito de locais para alimentação, lazer, compras e outros. A diferença entre uma experiência positiva ou negativa muitas vezes reside na qualidade e idoneidade da informação prestada ao turista. Informações falsas ou erradas podem prejudicar de maneira significativa a experiência vivida pelo turista. Como diria um dos maiores pensadores do turismo no Brasil só teremos um turismo de qualidade quando as informações disponíveis ao turista também sejam de qualidade.
Pensando nessa problemática este curso visa formar profissionais capacitados em buscar, organizar, interpretar e difundir informações turísticas e possibilitando aos usuários tomarem decisões com uma maior possibilidade de acerto.

Conteúdo programático
 Conceitos de turismo;
 Motivações turísticas;
 Expressão oral;
 Principais fontes de informação;
 Organização e apresentação de informações;
 História e geografia do município;
 Curiosidades e fatos relevantes;
 Atrativos turísticos locais e suas características;
 Equipamentos e serviços turísticos;
 Infra-estrutura de apoio ao turismo;
 Material de divulgação;
 Perfil dos usuários de informação turística;

Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.

Carga horária total: 16 horas

Investimento: à combinar

Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.

Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com

CURSO DE PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS

Apresentação:
Os eventos ganham cada vez mais espaço em nossa sociedade. Empresas e até mesmo Estados e municípios buscam se tornar referencia na área. Os eventos ao contrário do que muitos pensam não servem apenas para fazer “festa” mas também como instrumento de marketing de empresas e municípios, realizar negócios, tomar decisões, celebrar, homenagear e outros.
Hoje, muitos eventos não alcançam os resultados esperados e o resultado desses fracassos são o desperdício de recursos e a insatisfação e frustração de expectativas tanto das pessoas que promovem como as que participam desses eventos.
Para que os eventos atinjam os objetivos esperados torna-se necessário realizar um planejamento adequado a cada tipo de evento. Existem normas e protocolos e convenções que não podem ser ignoradas na elaboração de um evento.
O mercado de eventos encontra-se em franca ascensão na atualidade e necessita de profissionais capacitados.

Público Alvo:
 Empresários;
 Dirigentes de instituições públicas e privadas;
 Estudantes;

Conteúdo Programático
 O que são eventos;
 Tipos de eventos;
 Perfil dos profissionais que atuam em eventos;
 Organização e planejamento do evento
 Normas de etiqueta;
 Locais para realização de eventos;
 Equipamentos necessários para a realização de um evento.
 Eventos Públicos e Empresariais
 Cerimonial, protocolo e etiqueta.
 Roteiro de cerimônias.
 Símbolos nacionais.
 Distribuição de bandeiras.
 Ordem de precedência.
 Tipos de mesa e composição.
 Tipos de atos e solenidades.
 Homenagens e condecorações.
 Formas de tratamento.
 Recepção das autoridades e convidados.
 Eventos Sociais
• Eventos sociais: formaturas, casamentos, "debut", bodas,batizados.
• Tipos de serviços e recepções
• Planejamento do evento: criação e utilização de "check-list".;
• Organização do evento: lista de convidados, convites, local, cardápio, repertório musical, cerimonial.
 Monitoramento e avaliação do evento.

Vagas: limitadas

Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.

Carga horária total: 24 horas

Investimento: à combinar

Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Lecionou a mais de 6 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.

Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com

terça-feira, 13 de abril de 2010

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADEMICOS

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADEMICOS

A produção de conhecimento é um dos mais importantes pilares em que se sustentam as instituições de ensino. É através da sistematização e divulgação dos produtos científicos (artigos, livros pesquisas, monografias, teses e dissertações), que compartilharmos o que é produzido pelos esforços dos pesquisadores entre a comunidade científica e a sociedade em geral.
Para que as pesquisas sejam confiáveis idôneas torna-se necessário seguir o rigor teórico metodológico exigido pela ciência em todas as etapas de elaboração e divulgação dos trabalhos científicos.
Muitos trabalhos acadêmicos, apesar de possuírem ótimo resultados caem em descrédito por não se adequarem às demandas científicas como a utilização de uma linguagem adequada, problemas de estruturação e organização, problemas técnicos de apresentação e outros.
É comum alunos recorrem a outras pessoas realizarem a correção ou adequação as normas técnicas exigidas. Além dos custos frequentemente elevados dessa prática some-se ainda o risco de resultados pouco confiáveis. Torna-se importante que sejamos capazes não só de elaborar trabalhos científicos mas também de analisar de maneira critica pesquisas e documentos científicos que nos são apresentados cotidianamente.


Data: 06 e 07/03/2010
Horário: sábado 08:00 – 12:00 e das 13:00 às 18:00
domingo das 13:00 às 20:00
Local: Rua XV de Novembro – Secretaria de Educação de Palmeira

Inscrições: Rua XV de Novembro - Secretaria de Educação de Palmeira – Fonte: (42)3909-5050

Público alvo: destina-se a estudantes universitários, alunos de pós-graduação, mestrado, ensino a distância, ensino médio, ensino técnico e professores.

Objetivos:
• Tornar o aluno capaz organizar, formatar e apresentar trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da ABNT;
• Fornecer métodos e ferramentas para a facilitação da organização, formatação e apresentação de trabalhos acadêmicos;

Conteúdo:
• O que é o conhecimento?;
• Tipos de conhecimento;
• Características do conhecimento científico;
• Tipologia dos trabalhos acadêmicos;
• Regras gerais de apresentação de trabalhos acadêmicos;
• Estrutura de trabalhos acadêmicos;
• Descrição dos elementos que compõe a estrutura de trabalhos acadêmicos;
• Como realizar citações;
• Como realizar notas de rodapé
• Elementos pré-textuais e pós-textuais


Vagas: LIMITADAS

Certificados: serão fornecidos certificados aos participantes que tiverem 75%, de comparecimento no curso.

Carga horária total: 16 horas

Investimento: R$40 reais por participante (mínimo de 10 alunos por turma)

Palestrante: Prof. Msc. Luiz Fernando Roscoche
Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa; Mestre em Turismo pela Universidade de Caxias do Sul. Atuou como bolsista e pesquisador da Fundação Araucária, MEC/SESU, Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Realizou e participou de trabalhos técnicos junto a Secretaria de Turismo do Governo do Estado do Paraná e Prefeituras Municipais da Região dos Campos Gerais. Atua como colunista e colaborador de diversos jornais da região. Leciona a mais de 5 anos junto a Universidade Estadual de Ponta Grossa, atuando nos cursos de geografia, química tecnológica, engenharia civil, turismo e biologia. Atuou como instrutor do SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) ministrando os cursos de informações turísticas, elaboração de roteiros turísticos, recepcionista de hotel e planejamento e organização de eventos. Trabalhou no curso de licenciatura em geografia modalidade à distância da Universidade Estadual de Ponta Grossa e atualmente no curso de Gênero e Diversidade na Escola à Distância promovido pela Universidade Federal do Paraná. Integrante de grupos de pesquisa, autor de capítulos de livros, artigos científicos e demais publicações.

Contato: (42)9916-5700 E-mail: luizfrrs@hotmail.com

quinta-feira, 8 de abril de 2010

DINHEIRO X ESPIRITUALIDADE

Se um dia pedirem para que você escolha entre o dinheiro e espiritualidade questione ao seu inquiridor se ele escolhe entre discurso ou prática. Algumas religiões orientais acreditam ser possível tentar equilibrar essas duas faces indissociáveis da vida.
É muito relevante a discussão sobre as problemáticas inerentes ao sistema capitalista e a forma perversa como este vem operando em nossa sociedade, gerando pobreza, desigualdade e todo tipo de infortúnio.
Porém, é engraçado escutar algumas criticas da igreja contra o sistema capitalista, pois, por muito tempo, Estado, capital e igreja tiveram (e em alguns casos ainda tem) uma relação muito estreita e intima.
Durante um longo tempo, pregou-se que o dinheiro, o lucro, a riqueza eram coisas mundanas e até pecado. Dizia-se que seria “mais fácil um camelo passar por um buraco de uma agulha do que um rico entrar para o reino dos céus”. Muitas pessoas se culpavam por terem dinheiro e riquezas e para aliviar sua culpa, faziam vultosas doações para as igrejas. Essa lógica que enaltecimento da pobreza seria uma forma acomodar as classes mais pobres para que não almejassem melhorar de vida e evitar que estas de rebelassem contra o poder vigente.
Alguns religiosos dizem que a economia não é uma “coisa do Diabo”, mas criticam a forma como a economia é gerida. Segundo eles, a crítica não se dirige a nenhuma instituição ou pessoa especifica, mas sim, a mentalidade de concentração de renda que permeia a sociedade. E é aí que se iniciam algumas contradições do discurso e da prática de algumas religiões.
Como criticar a concentração de renda quando algumas igrejas possuem verdadeiras fortunas? Somente uma igreja em nosso país movimentou de março de 2001 a março de 2008 R$ 8 bilhões, segundo informações do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão do Ministério da Fazenda.
Como criticar o sistema capitalista e defender um modelo de economia mais solidário quando algumas igrejas são proprietárias de bancos, empresas, emissoras de rádio, tv, etc?
Desde muito tempo, vender pedacinhos do céu, comprar a redenção dos pecados por módicas quantias é um negócio altamente rentável. Uma das razões dessa grande rentabilidade é que certas igrejas operam como verdadeiras empresas e possuem uma série de benefícios fiscais, permitindo que elas “não dêem a César o que é de César”. Segundo a jornalista Fabiana Futema (Jornal Folha. 11/07/2005), as igrejas não pagam Imposto de Renda e em alguns casos, são isentos do IPVA e do IPTU.
Muitas correntes religiosas pregam o desapego material para seus fiéis mas constroem verdadeiros impérios, cercados de luxo e de ostentação. O voto de pobreza e de solidariedade aos pobres chega a soar como hipocrisia para algumas religiões.
Existem casos, onde escolas e hospitais administrados por entidades religiosas foram construídos e melhorados mediante doações de fiéis e mais tarde se tornaram empresas particulares, que só atendem aqueles quem tem DINHEIRO.
Ou muito me engano mas, Jesus Cristo não fazia distinção entre as pessoas. Ele ajudou ricos e pobres, aconselhou enfermos, bandidos e prostitutas e jamais cobrou por isso.
Muitas igrejas não lhe darão mais do que palavras, mas lhe pedirão tudo o que você tem. Será que lhe darão comida quando estiver com fome; água quando estiver com sede ou roupas quando estiver nu? Mas se isso acontecer, esse será um momento sagrado de caridade onde o verbo se torna ação e o verdadeiro exemplo de Cristo é posto em prática.

Luiz Fernando Roscoche

Turismo de eventos é o que mais cresce na atualidade

Quem disse que uma cidade precisa ter obrigatoriamente atrativos naturais para atrair turistas? Um exemplo que demonstra o contrário é São Paulo, que fica com metade dos visitantes estrangeiros que desembarcam no país a trabalho. Segundo a Revista Exame, esse público gasta em média 110 dólares por dia, ante 80 dólares de um turista que viaja a lazer. A capital paulista é o palco de 80% das 160 principais feiras que ocorrem no país.
O turismo de eventos é um dos setores que mais cresce na atualidade, chegando a superar o crescimento do setor do turismo como um todo, com uma tava de crescimento de 12% nos últimos anos. Algumas vantagens atribuídas ao turismo de eventos se devem ao fato que podemos planejar os fluxos, podendo inclusive direciona-los para os períodos de baixa estação. A permanência dos turistas de eventos costumam ser maior do que os turistas convencionais, bem como gasto médio diário do turista de eventos é muito superior a dos turistas convencionais.
De acordo com estudos publicados pelo International Congress and Convention Association estima-se que no mundo sejam realizados mais de 70 mil eventos.
Os eventos que podem ter uma finalidade religiosa, esportiva, cultural, social, de lazer, negócios ou profissional. Esse ano, a África será sede de um dos mais esperados, a Copa do Mundo. Já o Brasil, se prepara para ser sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Segundo especialistas, cerca de 25 bilhões de reais serão investidos para dotar o país de infra-estrutura que será utilizada durante e até mesmo depois dos jogos. Muitos setores da sociedade serão beneficiados com esse evento, inicialmente acredita-se que o setor de construção civil será um dos primeiros beneficiados, mas, muitos outros postos de trabalho na área de segurança, alimentação, transporte e hospedagem serão envolvidos direta ou indiretamente.
Em nosso município, possuímos inúmeros eventos religiosos, étnicos e populares que atraem visitantes de toda a região. Alguns exemplos desses eventos é o Rodeio da Integração e a festa do Carneiro que já são tradicionais. Entre os eventos étnicos destaca-se a Festa Típica Polonesa de Santa Bárbara e a Festa Ítalo-Brasileira. Já entre as festas de cunho religioso, destaca-se a festa da Padroeira Nossa Senhora Imaculada Conceição que ocorre no dia 8 de dezembro, além da festa do Bom Jesus do Monte (que ocorre na localidade de Vieiras) e a Festa de Nossa Senhora das Neves, que ocorre na localidade do Cercado e é com certeza a maior festa religiosa do município, atraindo visitantes de muitas cidades do Estado.
Mas se planejássemos criar novos eventos no município que infra-estrutura teríamos disponível?
Para sediar palestras, conferencias e seminários teríamos somente na área central, teríamos o Cine Teatro Municipal e o Clube Palmeirense que juntos poderiam comportar quase mil pessoas. Próximo dali teríamos ainda os salões de eventos do clube Juventude Atlética Palmeirense e a Câmara Municipal de Palmeira (respectivamente com capacidade 420 e 130 pessoas) além dos auditórios dos Colégios Jesuíno Marcondes e Dom Alberto Gonçalves (ambos com 200 lugares). Já para eventos a céu aberto e de maior público, o município possui o Centro de Eventos Parque Caminho das Tropas, dotada de cancha de provas de areia de 35 m x 60m; um barracão 1.300 metros quadrados com banheiros, área para exposição de gado, cozinha; área para camping, pista de corrida de motocross, banheiros, pontos de energia, estacionamento, etc.
Embora o município possua inúmeras potencialidades para desenvolver o turismo de eventos, algumas deficiências merecem atenção, como por exemplo, a ampliação do número de leitos bem como da infra-estrutura de alimentação e transporte.
Porém, ninguém fará investimentos nessas áreas se não tiverem uma garantia de que esses eventos ocorram, nesse sentido, os órgãos competentes na área de turismo poderiam realizar captação de eventos. Desse modo o município poderia captar eventos de se adequassem a sua infra-estrutura e planejá-los de modo a proporcionar oportunidades para todos os envolvidos.


Luiz Fernando Roscoche